segunda-feira, 30 de maio de 2011

1822 - Laurentino Gomes

"Como um homem sábio, uma princesa triste e um escocês louco por dinheiro ajudaram D. Pedro a criar o Brasil - um país que tinha tudo para dar errado."


     Nesta nova aventura pela História, Laurentino Gomes, o autor do best-seller "1808", conduz o leitor por uma jornada pela Independência do Brasil. Resultado de três anos de pesquisas e composta por 22 capítulos intercalados por ilustrações de fatos e personagens da época, a obra cobre um período de quatorze anos, entre 1821, data do retorno da corte portuguesa de D. João VI a Lisboa, e 1834, ano da morte do imperador Pedro I.

      Quem observasse o Brasil em 1822 teria razões de sobra para duvidar de sua viabilidade como nação independente e soberana. De cada três brasileiros, dois eram escravos, negros forros, mulatos, índios ou mestiços. Era uma população pobre e carente de tudo, que vivia à margem de qualquer oportunidade em uma economia agrária e rudimentar, dominada pelo latifúndio e pelo tráfico negreiro. O medo de uma rebelião dos cativos tirava o sono da minoria branca. O analfabetismo era geral. De cada dez pessoas, só uma sabia ler e escrever. Os ricos eram poucos e, com raras exceções, ignorantes. O isolamento e as rivalidades entre as diversas províncias prenunciavam uma guerra civil, que poderia resultar na fragmentação territorial, a exemplo do que já ocorria nas colônias espanholas vizinhas. Para piorar a situação, ao voltar para Portugal, no ano anterior, o rei D. João VI, havia raspado os cofres nacionais. O novo país nascia falido. Faltavam dinheiro, soldados, navios, armas ou munição para sustentar uma guerra contra os portugueses, que se prenunciava longa e sangrenta. As perspectivas de fracasso, portanto, pareciam bem maiores do que as de sucesso. Nesta nova obra, o escritor Laurentino Gomes mostra como o Brasil, que tinha tudo para dar errado, deu certo em 1822 por uma notável combinação de sorte, improvisação, acasos e também de sabedoria das lideranças responsáveis pela condução dos destinos do novo país, naquele momento de grandes sonhos e muitos perigos.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

RN aparece em 3º na lista das piores estradas do NE

  
     A troca de acusações entre o Governador do Ceará, Cid Gomes, e o Ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento, quanto à situação das rodovias federais no estado vizinho acendeu o alerta, também, quanto às condições das estradas do Rio Grande do Norte. O Ceará amarga a primeira posição no ranking das piores condições entre as rodovias nos Estados do Nordeste, o que rendeu severas farpas do governador ao acusar o Ministro de descaso com a malha Federal que corta o Ceará.
     Se a situação das estradas federais é caótica no Ceará, os trechos que passam pelo Estado potiguar não ficam muito atrás. Pelo contrário! Segundo um levantamento da Confederação Nacional dos Transportes (CNT), o Rio Grande do Norte tem a terceira pior malha asfáltica do Nordeste, perde apenas para o Ceará e o Sergipe.
A situação nada confortável para quem corta as estradas norte-rio-grandenses é porque quase não existe trecho que possa ser considerado "ótimo" pela Pesquisa Rodoviária 2010, apenas 1,4% de estrada. Em contrapartida, a CNT aponta que 12,8% dos trechos estejam em "péssimas" condições. Entre os cinco critérios de avaliação (péssimo, ruim, regular, bom e ótimo), a porcentagem é maior para os critérios que puxam para baixo as condições negativas das estradas. Isso porque outros 30% dos trechos facilmente são diagnosticados como "ruins". Somando aos 31% das vias classificadas como "regular", o RN tem apenas um quarto da sua malha federal em boa ou ótima situação.
     A situação é ainda mais dramática porque o percentual negativo dos trechos que cortam o Rio Grande do Norte é superior aos acometidos pelo Nordeste, que fechou 2010 com mais de 65% da malha precisando de restauração, entre todos os nove Estados da região. Andar pelas estradas do RN é um calvário que atinge diretamente a todos, mas principalmente a cadeia produtiva, das dez melhores ligações rodoviárias apontadas pelo CNT, nenhuma delas corta o Estado.
     Em Mossoró, por exemplo, a malha asfáltica é composta por três artérias do Governo Federal: a BR 110, que inicia em Areia Branca, corta Mossoró passando em frente à Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA) e finalizando em Alagoinhas (BA); a BR 304 vai da Grande Natal até Boqueirão do Cesário, distrito da cidade de Russas, na região jaguaribana do Ceará; e ainda a BR 405, ligando o RN, através de Mossoró, a cidade de Cajazeiras (PB).
     Há necessidade de atenção, no entanto, na buraqueira que toma de conta das vias. O CNT aponta também degradação em áreas como acostamento, sinalização, pavimentação e até mesmo na dimensão das vias.

Polícia confirma que Suposta Bomba na UNP de Mossoró, não passou de mais um trote

Reportagem de Rodrigo Medeiros.


       Por volta das 19h30 da noite desta terça-feira (24) o campus da UnP de Mossoró foi rapidamente esvaziado por ameaça de bomba no local. Policiais, bombeiros e uma ambulância do SAMU foram mobilizados à universidade por questão de segurança. No entanto, segundo o comandante Túlio César, do 2° Batalhão de Polícia Militar, tudo não passou de um trote.
       A polícia confirmou que se tratava de um trote por volta das 21h35. O comandante Túlio César chegou a afirmar no local que a polícia já conseguiu identificar a origem do telefonema: um telefone público localizado no Mossoró West Shopping, que fica nas imediações da UnP. A polícia, inclusive, já conta com imagens captadas pelo sistema de segurança do estabelecimento para tentar identificar o suspeito de ter passado o trote.
        Estudam na UnP de Mossoró cerca de 4 mil alunos. Por sorte ninguém se feriu na ocasião, já que a direção conseguiu esvaziar o prédio sem tumulto.
        Esta é a segunda vez em dois dias, seguidos, que se registram ocorrências do tipo na segunda maior cidade do Rio Grande do Norte. Ontem o atendimento na Caixa Econômica Federal, agência do Centro de Mossoró, foi interrompido pelo mesmo motivo. Assim como ocorrido em relação à instituição de ensino, ligações anônimas motivaram o pânico no banco.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

DIA DO JULGAMENTO: 21 DE MAIO DE 2011 . O FIM DO MUNDO: 21 DE OUTUBRO DE 2011 ( Psicóticos, esquerdopatas)

       A que tamanha hipocrisia o homem chega a conclusões tão fajutas como a decisão do fim do mundo? São profetas agora? Ou melhor, se acham no direito de determinar o fim da humanidade sem argumentos e disposições de elementos que realmente comprovem tal fato? Se preferirem, ai está o site. http://www.ebiblefellowship.com/pt/may21_pt.html, O verdadeiro propósito desse folheto é de alguma maneira amedrontar a humanidade com uma situação não cabível, sem estruturas e nexos. Olha se as pessoas estão desesperadas correndo pelas ruas gritando e se lastimando pelo poucos minutos que tem.
       BOM, Lamento informar queridos leitores, mas vocês tem pouco mais de 4 horas para fazerem as coisas que em uma vida inteira não tiveram coragem de fazer, coisas até inusitadas mas que agora se sentem na obrigação, porque segundos os nossos "amigos" americanos, amanhã é o dia do Julgamento, e serão 5 meses de tormentos aqui na terra, como se toda essa banalidade, violência, criminalidade e injustiça já não fosse um tormento. 
        Ah, por favor, a finalidade do mundo não está nas mãos de vocês e sim nas mãos do Senhor Deus. Não adianta brincarem de fazer joguinhos númericos e palavras bíblicas para criarem mentiras escrupulosas. Vivam suas vidas e não se preocupe com o amanhã, pois Deus irá voltar sim, mas será quando vocês, quando nós, menos esperarmos.

Larissa Fernandes  

quinta-feira, 19 de maio de 2011